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Cartão de crédito Boa Vista, Roraima

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Potiguar
(95) 623-9944
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Boa Vista, Roraima
Sebrae Serv Apoio as Micro e Pequenas Emp Roraima
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Boa Vista, Roraima
Conselho Regional Quim 14 Região Delegacia Roraima
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Boa Vista, Roraima
Sebrae Serv Apoio as Micro e Pequenas Emp Roraima
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Boa Vista, Roraima
Sebrae Serv Apoio as Micro e Peq Emp Roraima
(95) 623-6450
av Major Willians, 578, Centro
Boa Vista, Roraima
Dircinha Carreira Duarte
(95) 623-7361
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Boa Vista, Roraima
Contad Asses e Adm Hosp Ltda Sc
(95) 224-6334
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Boa Vista, Roraima
Supply Escrit de Contabilidade
(95) 224-0669
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Boa Vista, Roraima
Conselho Regional Adm 11 Região
(95) 624-1448
av Beijamin Constant E, 1020, e sl 21
Boa Vista, Roraima
PA Duque Cavalcanti
(95) 224-7282
av Beijamin Constant E, 1020, e
Boa Vista, Roraima

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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