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Cartão de crédito Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Cartão de crédito em Campo Grande. Você também encontrará nesta página artigos educativos, eventos, opiniões, etc.

Etapa Cons e Proj Ltda
(67) 326-0671
r Rio Vermelho, 35, lt 6, Jardim Veraneio
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Luiz B Brito
(67) 352-4311
r Laura Carrara, 19
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Oshiro Shelichi
(67) 325-6105
r Antônio Correa, 133, Jardim Monte Libano
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Luiz A Nakassone
(67) 382-5790
av Salgado Fl, 955, Amambai
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
FT Cons Assoc
(67) 341-5088
av Bom Pastor, 999, Vila Vilas Boas
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Acessoria Cinco Estrela
(67) 325-6065
r Dom Aquino, 1137, sl 1, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Consultoria Projetos Representações Obras Serviços Ltda
(67) 325-1200
r Cândido Mariano Rondon,Mal, 2230
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Heraldo C Bojikian
(67) 326-3600
r José Gomes Domingues, 1133, sl 1, Santa Fé
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Ruben F Oliveira
(67) 351-7739
r Amazonas, 1567, Vila Gomes
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Pricila PS Pinto
(67) 382-5279
r Abrão Julio Rahe, 1150, an 1 bl a, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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