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Cartão de crédito Florianópolis, Santa Catarina

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(47)4054-9146 ALFA DETETIVES (CONJUGAL) EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ / SC
(47)4054-9146 (47)8475-9585
AV BRASIL Nº 01
BALNEÁRIO CAMBORIÚ, Santa Catarina
Gj em Cons Assoc Ltda
(48) 324-0228
r Saldanha Marinho, 374, sl 807, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Oficina de Vendas
(48) 333-5250
r Calafate, 209, bl e ap 102, Pantanal
Florianópolis, Santa Catarina
Consulteg Cons Empresarial
(48) 225-6815
r Bento Gonçalves, 183, ap 701, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
HR Cons Assoc Sc Ltda
(48) 234-1975
av Angelo Crema, 1532, Córrego Grande
Florianópolis, Santa Catarina
Perspectiva Cons Assoc Ltda
(48) 233-0570
r Lauro Linhares, 1080, an 1 sl 1, Trindade
Florianópolis, Santa Catarina
Libera Cons Part Repres Financeira Ltda
(48) 222-6443
r Durval Melquiades de Souza, 704, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Petrus Asses Cons Empresarial Ltda
(48) 234-2122
r Camélias, 17, Carvoeira
Florianópolis, Santa Catarina
José D Rodrigues
(48) 222-9467
r Anita Garibaldi, 88, sl 13, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Bw Cons Assoc
(48) 224-7510
r Saldanha Marinho, 374, sl 906, Centro
Florianópolis, Santa Catarina

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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