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Cartão de crédito Manaus, Amazonas

Cartão de crédito em Manaus. Você também encontrará nesta página artigos educativos, eventos, opiniões, etc.

Butterfly Constr Ltda
(92) 646-4404
av Des J Machado, 488
Manaus, Amazonas
Assef Cons SA
(92) 232-8502
r Fortaleza, 201, sl 7, Adrianopolis
Manaus, Amazonas
Toposat Amazônia Cons Ltda
(92) 615-6660
r L, 36, Armando Mendes
Manaus, Amazonas
Ed de Oliveira Rep Ltda
(92) 233-1046
r Barroso, 120, Centro
Manaus, Amazonas
Office Dois Mil Cons Ltda
(92) 622-6664
r Vinte e Quatro de Maio, 220, sl 804, Centro
Manaus, Amazonas
Fiducial Cons e Seguros Ltda
(92) 232-1234
r Sete de Setembro, 1251, sl 301, Compensa
Manaus, Amazonas
Sunx da Amazônia Com Ind de Imp e Exp Ltda
(92) 233-9723
RJ Paranaguá, 429
Manaus, Amazonas
Witsuy Imp e Exp Ltda
(92) 633-5925
RJ Paranaguá, 389
Manaus, Amazonas
Northec Estudos Proj Econômicos Ltda
(92) 646-0359
r Presidente Vargas, 755, ap 502, Japiim
Manaus, Amazonas
Conec Cons Educaca e Co
(92) 232-4122
r Sete de Setembro, 1899, Compensa
Manaus, Amazonas

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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