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Cartão de crédito Natal, Rio Grande do Norte

Cartão de crédito em Natal. Você também encontrará nesta página artigos educativos, eventos, opiniões, etc.

Qsa Cons e Auditoria da Qualidade Ltda
(41) 353-2861
r João David Perneta, 150, Hugo Lange
Curitiba, Paraná
Sidney Gazola
(43) 337-4423
r Pernambuco, 390, sl 401, Centro
Londrina, Paraná
MBV Consultores Associados S/C Ltda
(11) 4195-8794
al Rio Negro, 433, An 8, Alphaville Indl
Barueri, São Paulo
Escrit de Procuratorio Neves
(38) 3222-6574
r Barão do Rio Branco, 399, Centro
Montes Claros, Minas Gerais
Roberto Nasser Asses e Cons Ltda
(61) 224-4343
r Sas Q, 6, bl k sl sn
Brasília, DF
Lenara as Ellwanger
(51) 473-3250
r Ferroviários, 119, sl 803, Centro
Esteio, Rio Grande do Sul
SSA Factoring Ltda
(71) 321-5169
r Chile, 202, sl 1
Salvador, Bahia
Cpp Cons Planej e Proj Ltda
(61) 347-2628
r Cln, 210, bl c sl 202
Brasília, DF
Coutinho Oliveira Sc Ltda Me
(12) 232-2443
r J O Monteiro,dr, 47
Taubaté, São Paulo
Ivanildo P Secco
(54) 311-1611
r Fagundes dos Reis, 549, sl 701, Centro
Passo Fundo, Rio Grande do Sul

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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