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Cartão de crédito Recife, Pernambuco

Cartão de crédito em Recife. Você também encontrará nesta página artigos educativos, eventos, opiniões, etc.

Sinacre
(81) 3231-2527
r Aurora, 325, sl 218, Boa Vista
Recife, Pernambuco
Astep
(81) 3423-3488
r Mario Domingues, 91, Boa Vista
Recife, Pernambuco
Jurandir A Barros
(81) 3361-5557
r Planaltina, 44, Alto Santa Terezinha
Recife, Pernambuco
Solemar Hotéis Turismo
(81) 3471-7306
r Sargento Silvino Macedo, 620, Imbiribeira
Recife, Pernambuco
José André Cons Jurídica
(81) 3424-2139
r Matias de Albuquerque, 223, sl 305, Santo Antônio
Recife, Pernambuco
Aqueduto Distr de Água Pota
(81) 3461-1507
av Maria Irene, 169, Jordão
Recife, Pernambuco
Mira Asses Comunicação Ltda
(81) 3221-0939
r Ascensão, 108, an 1, Santo Amaro
Recife, Pernambuco
José BP Santos Fl
(81) 3326-6595
r Ribeiro de Brito, 901, sl 503, Boa Viagem
Recife, Pernambuco
Águas Lindas Transp Ltda
(81) 3341-2175
av Maria Irene, 255, Jordão
Recife, Pernambuco
Engeconsult Cons Tec Ltda
(81) 3241-8080
r Xavier Marques, 94, Graças
Recife, Pernambuco

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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