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Cartão de crédito São Paulo, São Paulo

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Carvalho & Kalassa Intermediacão e Representação Ltda
(11) 3266-6607
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São Paulo, São Paulo
Cicomac Agro Industrial e Empreendimentos Comércio SA
(11) 3266-3466
al Ribeirão Preto, 235, An 3, Bela Vista
São Paulo, São Paulo
Sebrae
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São Paulo, São Paulo
CIAPLAN
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Simonsen Associados SCL Ltda
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Cn Securitária
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Campinas, São Paulo
Ransom CASH Assessoria Empresarial Ltda
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r Itapetininga,Br, 120, an 2 sl 213 , República
São Paulo, São Paulo
Mother Consultoria e Auditoria Empresarial e Recolocação de Executivos
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São Paulo, São Paulo
Basch e Rameh Consultores S/C Ltda
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Rcwebster Escritório de Vendas Tec Ltda
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r Lecor,Gal, 59, Ipiranga
São Paulo, São Paulo

Cartão de crédito

O Ministério da Fazenda, através da portaria 118/1994 determina que não deve haver  diferença entre transações efetuadas com pagamento por meio do cartão de crédito e as que são pagas em cheque ou dinheiro, no mesmo sentido fora publicada a nota técnica nº 113/2004 do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor   - DPDC. Assim, é vedada a prática comercial em estipular valores diferenciados de acordo com a forma de pagamento.

A partir do momento em que o estabelecimento comercial opta por outros meios de pagamentos, além do dinheiro em espécie, a imposição de restrições reverte-se em abusividade, por afrontar princípios da relação de consumo, como por exemplo, o da boa-fé.

Os fornecedores alegam que as operadoras de cartão de crédito só repassam os valores das compras no prazo de 30 dias, e que cobram uma taxa pela utilização da bandeira da operadora do cartão de crédito, que gira em torno de 5% do valor da operação realizada. Ocorre que todo este custo quando contratado é repassado ao consumidor, diluídos em seus produtos e nas prestações de serviços.

Ressalta-se o interessante posicionamento da doutrinadora Cláudia Lima Marques que defende que o consumidor não deve ser considerado sócio do comerciante, pois a partir do momento em que é repassado os custos do seu estabelecimentos, o consumidor está pagando mais de uma vez por seu produto, pois o custo do comerciante já estava embutido nos produtos. Ou seja, exigir do consumidor que arque com as “taxas desconto” (remuneração interna da relação conexa comerciante-administradora) significa quebrar a divisão de riscos e impor ao consumidor um “custo dobrado”.

Vale lembrar ainda que quando o consumidor escolhe o cartão de crédito como forma de pagamento, ele estará adimplente com o comerciante, e este receberá da administradora do cartão o valor da operação em pelo menos trinta dias, assim a partir do momento que o consumidor não paga a sua fatura de cartão, a i...

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