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Financiamento de carro Aracaju, Sergipe

Examine as regras para a compra de veículos à prazo. Conheça as modalidades de financiamento de carros. Saiba sobre a aplicação de juros e outros termos fundamentais do contrato. Confira também, a relação de financeiras, em Aracaju.

Ana Flávia do Nascimento Ararunas
(79) 3211-7874
Praça da Bandeira 381
Aracaju, Sergipe
 
Ascanio Ferrario Almeida
(79) 3214-2276
Rua Maruim 806
Aracaju, Sergipe
 
Avvocati Soluções Jurídicas
(79) 3246-3638
Rua Péricles Muniz Barreto 172
Aracaju, Sergipe
 
Verônica Castro Advocacia
(79) 3246-2969
Rua José Ramos da Silva, 228 s 13/14
Aracaju, Sergipe
 
Aderbal Oliveira
(79) 3211-6318
Avenida Desembargador Maynard 847 A
Aracaju, Sergipe
 
Viana de Assis Advocacia
(79) 3302-6706
Rua Itabaiana 925
Aracaju, Sergipe
 
Daud Advocacia
(79) 3231-4966
Rua Bom Jesus dos Navegantes 337
Aracaju, Sergipe
 
Roberto Batista de Santana
(79) 3214-4146
Rua João Pessoa 106 sl 811
Aracaju, Sergipe
 
Associação de Advogados
(79) 3214-3924
Rua Geraldo Mendes de Carvalho 342
Aracaju, Sergipe
 
Ana C G Silva
(79) 3211-8155
Rua Pacatuba 254 sl 1006
Aracaju, Sergipe
 

Financiamento de carro

Quem necessita de um veículo para o trabalho, muitas vezes não dispõe do capital necessário para sua compra à vista, optando por comprá-lo a prazo.

Neste cenário, as opções que surgem são o Leasing, o CDC e o Consórcio. No Leasing o banco compra um veículo e o aluga com opção de compra ao final do contrato. No CDC o banco empresta o dinheiro para a compra do veículo. No Consórcio um grupo de pessoas compra um ou mais veículos por mês, até que todos do grupo tenham seu veículo.

Em todas as modalidades, o veículo é dado em garantia da dívida, numa operação chamada de alienação fiduciária, onde caso a pessoa fique inadimplente, o veículo é retomado pelo banco ou administradora do consórcio e leiloado para o pagamento do débito.

Ocorre, na prática, que os bancos e administradoras de consórcio costumam praticar algumas ilegalidades nestes contratos.

No Leasing, é comum se exigir o pagamento de uma “entrada”, bem como o pagamento antecipado da opção de compra. Ou seja, o correto seria pagar somente as parcelas de aluguel do veículo, sem qualquer valor de entrada e sem qualquer, ao final, se a pessoa quiser ficar com o veículo, vai pagar de 20 a 25% do preço dele como opção de compra, valor este que já deve estar determinado no contrato. Este proceder dos bancos já foi reputado ilegal pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça, que determina a descaracterização do contrato para compra e venda a prazo, onde a pessoa pagará o valor do veículo à vista, mais correção monetária pelo INPC e juros de 1% ao mês. Esta decisão é recente e reduz em 30% ou mais a dívida.

Já no CDC, o banco está efetivamente emprestando um dinheiro para a compra do veículo. A ilegalidade mais comum neste tipo de contrato é a cobrança de juros superiores ao limite legal de 12% ao ano, bem como a capitalização de juros. Só a capitalização de juros traz um aumento de 10% no preço final do veículo. No STF – Supremo Tribunal Federal há muitos anos que se reputa ilegal a capitalização de juros, havendo até súmula 121 sobre o assunto.

Já no Consórcio, como dito acima, um grupo de pessoas se reúne e compra um ou mais veículos por mês até que todos tenham o veículo. A administradora do grupo cobra uma taxa de administração que vai de 10 a 20% do valor do bem. Este tipo de contrato é o que menos problema apresenta, pois as hipóteses de abuso se restringem aos juros e multas que são cobrados pelo atraso no pagamento...


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