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Financiamento de carro Brasília, DF

Examine as regras para a compra de veículos à prazo. Conheça as modalidades de financiamento de carros. Saiba sobre a aplicação de juros e outros termos fundamentais do contrato. Confira também, a relação de financeiras, em Brasília.

Jonas Modesto da Cruz Advocacia e Consultoria
(61) 3327-0307
SCN Q 5 BL A s 1213
Brasília, DF
 
Advocacia Aires Rocha
(61) 3321-3385
SCS Q 1 BL B s 1101
Brasília, DF
 
Alexandre Ferreira de Carvalho
(61) 3226-2823
SBS Q 2 BL A s 1307
Brasília, DF
 
Carlos Mário da Silva Velloso Filho
(61) 3226-9300
SAUS Q 6 BL K s 802
Brasília, DF
 
Alberto Cascais Meleiro
(61) 3225-9646
SCS Q 1 BL E LT 30 s 1304
Brasília, DF
 
Christiane Marcondes Pignataro
(61) 3323-5721
SBS Q 2 BL S s 105
Brasília, DF
 
Asdrubal Advocacia
(61) 3322-2018
SAUS Q 5 BL K s 409
Brasília, DF
 
Geraldo Fraga, Dr
(61) 3964-0800
SEPN 504 BL C lj 7
Brasília, DF
 
Advocacia Fontes
(61) 3323-1646
SRTVS Q 701 bl K s 709
Brasília, DF
 
Dirce Beato
(61) 3225-6503
SCS Q 1 BL L s 505
Brasília, DF
 

Financiamento de carro

Quem necessita de um veículo para o trabalho, muitas vezes não dispõe do capital necessário para sua compra à vista, optando por comprá-lo a prazo.

Neste cenário, as opções que surgem são o Leasing, o CDC e o Consórcio. No Leasing o banco compra um veículo e o aluga com opção de compra ao final do contrato. No CDC o banco empresta o dinheiro para a compra do veículo. No Consórcio um grupo de pessoas compra um ou mais veículos por mês, até que todos do grupo tenham seu veículo.

Em todas as modalidades, o veículo é dado em garantia da dívida, numa operação chamada de alienação fiduciária, onde caso a pessoa fique inadimplente, o veículo é retomado pelo banco ou administradora do consórcio e leiloado para o pagamento do débito.

Ocorre, na prática, que os bancos e administradoras de consórcio costumam praticar algumas ilegalidades nestes contratos.

No Leasing, é comum se exigir o pagamento de uma “entrada”, bem como o pagamento antecipado da opção de compra. Ou seja, o correto seria pagar somente as parcelas de aluguel do veículo, sem qualquer valor de entrada e sem qualquer, ao final, se a pessoa quiser ficar com o veículo, vai pagar de 20 a 25% do preço dele como opção de compra, valor este que já deve estar determinado no contrato. Este proceder dos bancos já foi reputado ilegal pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça, que determina a descaracterização do contrato para compra e venda a prazo, onde a pessoa pagará o valor do veículo à vista, mais correção monetária pelo INPC e juros de 1% ao mês. Esta decisão é recente e reduz em 30% ou mais a dívida.

Já no CDC, o banco está efetivamente emprestando um dinheiro para a compra do veículo. A ilegalidade mais comum neste tipo de contrato é a cobrança de juros superiores ao limite legal de 12% ao ano, bem como a capitalização de juros. Só a capitalização de juros traz um aumento de 10% no preço final do veículo. No STF – Supremo Tribunal Federal há muitos anos que se reputa ilegal a capitalização de juros, havendo até súmula 121 sobre o assunto.

Já no Consórcio, como dito acima, um grupo de pessoas se reúne e compra um ou mais veículos por mês até que todos tenham o veículo. A administradora do grupo cobra uma taxa de administração que vai de 10 a 20% do valor do bem. Este tipo de contrato é o que menos problema apresenta, pois as hipóteses de abuso se restringem aos juros e multas que são cobrados pelo atraso no pagamento...


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