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Financiamento de carro Brasília, DF

Examine as regras para a compra de veículos à prazo. Conheça as modalidades de financiamento de carros. Saiba sobre a aplicação de juros e outros termos fundamentais do contrato. Confira também, a relação de financeiras, em Brasília.

Francisco Nunes Dourado Neto
(61) 3341-2521
SIG Q 4 lt 25 s 18
Brasília, DF
 
Advocacia Estêvão Muniz
(61) 3368-4453
CLN 316 BL D s 109
Brasília, DF
 
Ennio Ferreira Bastos
(61) 3321-1776
SCS Q 2 BL C s 301
Brasília, DF
 
Advocacia Teixeira
(61) 3032-3606
SRTVS Q 701 bl O lt 4 s 647 Ed Novo Centr Multiempre
Brasília, DF
 
Advocacia Rogério Avelar
(61) 3321-2648
SCS Q 1 BL M s 1402
Brasília, DF
 
Antonello Advocacia
(61) 3202-2900
SCN Q 1 BL E s 216 en 50
Brasília, DF
 
Anna Esther Barbosa M de Araújo
(61) 3038-1555
SCS Q 6 BL A 136 s 105
Brasília, DF
 
Edson Ferreira Advogados Associados
(61) 3321-0071
SRTVS CJ D BL A B C Lote 5 280 qd 701 s 613
Brasília, DF
 
Advicacia Marco Aurelio Almeida
(61) 3327-9301
SRTVN CJ P s 2105
Brasília, DF
 
Consultoria Jurídica Brindeiro
(61) 3326-6298
SDN s 5114
Brasília, DF
 

Financiamento de carro

Quem necessita de um veículo para o trabalho, muitas vezes não dispõe do capital necessário para sua compra à vista, optando por comprá-lo a prazo.

Neste cenário, as opções que surgem são o Leasing, o CDC e o Consórcio. No Leasing o banco compra um veículo e o aluga com opção de compra ao final do contrato. No CDC o banco empresta o dinheiro para a compra do veículo. No Consórcio um grupo de pessoas compra um ou mais veículos por mês, até que todos do grupo tenham seu veículo.

Em todas as modalidades, o veículo é dado em garantia da dívida, numa operação chamada de alienação fiduciária, onde caso a pessoa fique inadimplente, o veículo é retomado pelo banco ou administradora do consórcio e leiloado para o pagamento do débito.

Ocorre, na prática, que os bancos e administradoras de consórcio costumam praticar algumas ilegalidades nestes contratos.

No Leasing, é comum se exigir o pagamento de uma “entrada”, bem como o pagamento antecipado da opção de compra. Ou seja, o correto seria pagar somente as parcelas de aluguel do veículo, sem qualquer valor de entrada e sem qualquer, ao final, se a pessoa quiser ficar com o veículo, vai pagar de 20 a 25% do preço dele como opção de compra, valor este que já deve estar determinado no contrato. Este proceder dos bancos já foi reputado ilegal pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça, que determina a descaracterização do contrato para compra e venda a prazo, onde a pessoa pagará o valor do veículo à vista, mais correção monetária pelo INPC e juros de 1% ao mês. Esta decisão é recente e reduz em 30% ou mais a dívida.

Já no CDC, o banco está efetivamente emprestando um dinheiro para a compra do veículo. A ilegalidade mais comum neste tipo de contrato é a cobrança de juros superiores ao limite legal de 12% ao ano, bem como a capitalização de juros. Só a capitalização de juros traz um aumento de 10% no preço final do veículo. No STF – Supremo Tribunal Federal há muitos anos que se reputa ilegal a capitalização de juros, havendo até súmula 121 sobre o assunto.

Já no Consórcio, como dito acima, um grupo de pessoas se reúne e compra um ou mais veículos por mês até que todos tenham o veículo. A administradora do grupo cobra uma taxa de administração que vai de 10 a 20% do valor do bem. Este tipo de contrato é o que menos problema apresenta, pois as hipóteses de abuso se restringem aos juros e multas que são cobrados pelo atraso no pagamento...


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