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Financiamento de carro Brasília, DF

Examine as regras para a compra de veículos à prazo. Conheça as modalidades de financiamento de carros. Saiba sobre a aplicação de juros e outros termos fundamentais do contrato. Confira também, a relação de financeiras, em Brasília.

Aasp - Associação dos Advogados de São Paulo
(61) 3224-6606
SAUS Q 1 BL M s 1009
Brasília, DF
 
Carlita R Brito
(61) 3328-0302
SCN Q 2 BL D s 820 tor B
Brasília, DF
 
Vasconcelos Advogados Associados
(61) 3201-4414
CLN 310 BL E, 0 s 214 s 215 s 216
Brasília, DF
 
Magalhães Advogados Associados
(61) 2191-2000
SHS Q 6 bl E s 1002
Brasília, DF
 
José Torres Das Neves Advocacia
(61) 3225-0618
SCS Q 1 BL E LT 30 s 1007 s 1012
Brasília, DF
 
Amorim e Advogados Associados
(61) 3225-1203
SRTVS Q 701 bl B s 803 cj D
Brasília, DF
 
Arruda e Diniz Advogados Associados
(61) 3963-3486
SCS Q 1 BL G 30 s 804
Brasília, DF
 
Becker Amaral Advogados
(61) 3224-1779
SAUS Q 3 BL C s 414
Brasília, DF
 
Antônio Marcos & Advogados
(61) 3349-0951
SQN 105 BL D
Brasília, DF
 
Cícero Francisco de Oliveira
(61) 3321-7122
SBS Q 2 BL E lt 15 s 403
Brasília, DF
 

Financiamento de carro

Quem necessita de um veículo para o trabalho, muitas vezes não dispõe do capital necessário para sua compra à vista, optando por comprá-lo a prazo.

Neste cenário, as opções que surgem são o Leasing, o CDC e o Consórcio. No Leasing o banco compra um veículo e o aluga com opção de compra ao final do contrato. No CDC o banco empresta o dinheiro para a compra do veículo. No Consórcio um grupo de pessoas compra um ou mais veículos por mês, até que todos do grupo tenham seu veículo.

Em todas as modalidades, o veículo é dado em garantia da dívida, numa operação chamada de alienação fiduciária, onde caso a pessoa fique inadimplente, o veículo é retomado pelo banco ou administradora do consórcio e leiloado para o pagamento do débito.

Ocorre, na prática, que os bancos e administradoras de consórcio costumam praticar algumas ilegalidades nestes contratos.

No Leasing, é comum se exigir o pagamento de uma “entrada”, bem como o pagamento antecipado da opção de compra. Ou seja, o correto seria pagar somente as parcelas de aluguel do veículo, sem qualquer valor de entrada e sem qualquer, ao final, se a pessoa quiser ficar com o veículo, vai pagar de 20 a 25% do preço dele como opção de compra, valor este que já deve estar determinado no contrato. Este proceder dos bancos já foi reputado ilegal pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça, que determina a descaracterização do contrato para compra e venda a prazo, onde a pessoa pagará o valor do veículo à vista, mais correção monetária pelo INPC e juros de 1% ao mês. Esta decisão é recente e reduz em 30% ou mais a dívida.

Já no CDC, o banco está efetivamente emprestando um dinheiro para a compra do veículo. A ilegalidade mais comum neste tipo de contrato é a cobrança de juros superiores ao limite legal de 12% ao ano, bem como a capitalização de juros. Só a capitalização de juros traz um aumento de 10% no preço final do veículo. No STF – Supremo Tribunal Federal há muitos anos que se reputa ilegal a capitalização de juros, havendo até súmula 121 sobre o assunto.

Já no Consórcio, como dito acima, um grupo de pessoas se reúne e compra um ou mais veículos por mês até que todos tenham o veículo. A administradora do grupo cobra uma taxa de administração que vai de 10 a 20% do valor do bem. Este tipo de contrato é o que menos problema apresenta, pois as hipóteses de abuso se restringem aos juros e multas que são cobrados pelo atraso no pagamento...


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