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Financiamento de carro Brasília, DF

Examine as regras para a compra de veículos à prazo. Conheça as modalidades de financiamento de carros. Saiba sobre a aplicação de juros e outros termos fundamentais do contrato. Confira também, a relação de financeiras, em Brasília.

Jaime Jerônimo Ferreira
(61) 3224-8626
SCS Q 1 BL G s 908
Brasília, DF
 
José Walter Advocacia e Consultoria
(61) 3226-6329
SRTVS bl K s 626 s 628
Brasília, DF
 
Afa Advocacia
(61) 3327-3587
SRTVN CJ P s 1034
Brasília, DF
 
Advocacia Dias de Souza
(61) 3327-0706
SBN Q 1 BL B s 501 Ed CNC
Brasília, DF
 
Alencastro Veiga Advogados
(61) 3226-9642
SAUS Q 3 BL C s 1106
Brasília, DF
 
Barletta Advogados
(61) 3223-7968
SDS s 407
Brasília, DF
 
Barcelos Assessoria Empresarial
(61) 3034-2252
SCS Q 7 BL A s 905
Brasília, DF
 
Audiplan Advocacia Emp Manoel & Rita Cavalcante
(61) 3223-5853
SBS Q 2 BL A s 506
Brasília, DF
 
Alexandre Cardoso Chaves
(61) 3226-9705
SCS Q 1 BL D s 117
Brasília, DF
 
Bastos Franca e Santos Advogados Associados
(61) 3327-1512
SBS Q 2 BL E s 1401
Brasília, DF
 

Financiamento de carro

Quem necessita de um veículo para o trabalho, muitas vezes não dispõe do capital necessário para sua compra à vista, optando por comprá-lo a prazo.

Neste cenário, as opções que surgem são o Leasing, o CDC e o Consórcio. No Leasing o banco compra um veículo e o aluga com opção de compra ao final do contrato. No CDC o banco empresta o dinheiro para a compra do veículo. No Consórcio um grupo de pessoas compra um ou mais veículos por mês, até que todos do grupo tenham seu veículo.

Em todas as modalidades, o veículo é dado em garantia da dívida, numa operação chamada de alienação fiduciária, onde caso a pessoa fique inadimplente, o veículo é retomado pelo banco ou administradora do consórcio e leiloado para o pagamento do débito.

Ocorre, na prática, que os bancos e administradoras de consórcio costumam praticar algumas ilegalidades nestes contratos.

No Leasing, é comum se exigir o pagamento de uma “entrada”, bem como o pagamento antecipado da opção de compra. Ou seja, o correto seria pagar somente as parcelas de aluguel do veículo, sem qualquer valor de entrada e sem qualquer, ao final, se a pessoa quiser ficar com o veículo, vai pagar de 20 a 25% do preço dele como opção de compra, valor este que já deve estar determinado no contrato. Este proceder dos bancos já foi reputado ilegal pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça, que determina a descaracterização do contrato para compra e venda a prazo, onde a pessoa pagará o valor do veículo à vista, mais correção monetária pelo INPC e juros de 1% ao mês. Esta decisão é recente e reduz em 30% ou mais a dívida.

Já no CDC, o banco está efetivamente emprestando um dinheiro para a compra do veículo. A ilegalidade mais comum neste tipo de contrato é a cobrança de juros superiores ao limite legal de 12% ao ano, bem como a capitalização de juros. Só a capitalização de juros traz um aumento de 10% no preço final do veículo. No STF – Supremo Tribunal Federal há muitos anos que se reputa ilegal a capitalização de juros, havendo até súmula 121 sobre o assunto.

Já no Consórcio, como dito acima, um grupo de pessoas se reúne e compra um ou mais veículos por mês até que todos tenham o veículo. A administradora do grupo cobra uma taxa de administração que vai de 10 a 20% do valor do bem. Este tipo de contrato é o que menos problema apresenta, pois as hipóteses de abuso se restringem aos juros e multas que são cobrados pelo atraso no pagamento...


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